Um ato realizado na Catedral da Sé, em São Paulo, reuniu religiosos, familiares de vítimas da ditadura, artistas e políticos para marcar os 50 anos da morte de Vladimir Herzog. O evento recordou o assassinato de Herzog sob o regime militar e ressaltou o legado de resistência de figuras como Dom Paulo Evaristo Arns, Rabino Henry Sobel e Pastor Jaime Wright, que desafiaram a repressão em 1975.

Durante a cerimônia, foi feita uma homenagem às vítimas da ditadura, com momento de silêncio, cântico de “O Bêbado e o Equilibrista” e manifestações em favor da verdade, justiça e direitos humanos.

Líderes religiosos e familiares declararam que a memória de Herzog representa mais que um episódio histórico: é um símbolo da luta pela democracia e pelo direito à verdade, especialmente em face da impunidade.
(Via ICL Notícias)






